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Publicado em: 22/11/2016

Todo cuidado é pouco quando falamos de Aedes Aegypti

Hoje em dia se tornou comum ouvir o nome Aedes Aegypti em todos os lugares e meios de comunicação. Porém, uma coisa que as pessoas não sabem é que esse pequeno mosquito é capaz de transmitir até três doenças diferentes: Dengue, Febre Chikungunya e Zika Vírus. Saiba tudo sobre o mosquito e como evitar a proliferação das doenças com ações simples no dia a dia.

 

Dengue

A Dengue ataca o sistema digestivo do corpo, passando para outros órgãos até chegar nas glândulas salivares podendo ser transmitida no contato com outras pessoas. Durante a multiplicação do vírus, dentro do corpo formam-se substâncias que agridem as paredes dos vasos sanguíneos, ocasionando a perda de líquido e a diminuição de circulação das plaquetas, como também o aumento da concentração do sangue. Os sintomas são: febre, dor de cabeça e mal estar, durante um período de dois até dez dias, podendo ser sucedidos de vômitos, dores abdominais, tonturas e hemorragias.

Febre Chikungunya

O vírus Chikungunya avança nas juntas dos pacientes provocando febre alta, conjuntivite, dor e inchaço nas articulações (especialmente nas mãos e nos pés), além do aparecimento de pequenas pústulas na pele (exantema) e de outros sintomas característicos da virose como dor de cabeça, dor muscular, vômito e fadiga. Além dos sintomas físicos, a maioria dos pacientes reclama de sintomas depressivos, cansaço geral e fraqueza.

Zika Vírus

Transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da Dengue e da Febre Chikungunya, o Zika Vírus causa febre, manchas avermelhadas pelo corpo, coceira generalizada e conjuntivite. Pode ainda ocasionar dores de cabeça, articulares e musculares, sintomas que duram de três a cinco dias. Se a infecção acontecer durante a gestação, pode causar alterações do sistema nervoso central do feto, ocasionando microcefalia e calcificações cerebrais no bebê.

 

O Aedes Aegypti

Esse mosquito mede menos que um centímetro e tem aparência inofensiva (parecido com um mosquito comum), possui cor café ou preta com listras brancas ao longo do corpo.

O ciclo de vida do Aedes aegypti é formado por quatro etapas básicas: ovo, larva, pupa e adulto. Do ovo ao adulto, o período de desenvolvimento é de aproximadamente 10 dias.

Ovo: A fêmea dispõe os ovos na parede de um criadouro com água (os ovos não ficam na água, mas bem próximos a ela). Os ovos podem permanecer sem eclodir por um grande período de tempo, aguardando até o próximo período chuvoso podendo resistir por até 450 dias, uma vez que são extremamente resistentes ao ressecamento. A eclosão do ovo ocorre quando a água entra em contato com essa estrutura.

Larva: Após a eclosão do ovo, o Aedes Aegypti torna-se uma larva, que é composta por cabeça, tórax e abdômen. Durante a fase larval, o Aedes alimenta-se principalmente da matéria orgânica presente no criadouro e destaca-se por possuir grande agilidade. A larva passa por quatro estágios até se tornar uma pupa. Em condições favoráveis, com alimento e temperatura entre 25°C e 29° C, o período compreendido entre a eclosão e a pupação gira em torno de cinco dias.

Pupa: A fase de pupa destaca-se pela inexistência de alimentação e pela metamorfose que marcará o início da fase adulta. Durante a fase de pupa, o A. aegypti apresenta corpo dividido em cefalotórax e abdômen, estrutura que se assemelha a uma vírgula. Esse período dura em média três dias e, durante esse tempo, a pupa permanece na superfície da água para facilitar o voo quando adulto.

Adulto: Alguns dias depois do início da fase adulta, o mosquito já está apto para o acasalamento, que normalmente ocorre durante o voo. Após a cópula, a fêmea necessita de sangue para completar o desenvolvimento dos ovos e é nesse momento que pode ocorrer a transmissão de doenças para as pessoas.

 

10 dicas para combater o mosquito e os focos de larvas.

Siga as dicas e deixe o mosquito longe da sua casa!

1. Caixas d\'água: Mantenha a caixa d’água sempre fechada com uma tampa adequada.

2. Calhas: Remova folhas, galhos e tudo o que possa impedir a água de escorrer pelas calhas.

3. Lajes: Não deixe acumular a água da chuva sobre a laje da sua casa. 

4. Tanques: Lave semanalmente com escovas e sabão, os tanques utilizados para armazenagem.

5. Tonéis e barris: Confira sempre se estão bem tampados os tonéis ebarris d’água utilizados.

6. Vasos de plantas: Encha de areia até a borda todos os pratinhos dos vasos de planta. 

7. Plantas e aquários: Troque a água e lave o vaso com escova, água e
sabão 1 vez por semana.

8. Garrafas e latinhas: Guarde as garrafas e latinhas de bebidas sempre e cabeça para baixo.

9. Pneus: Confira se os pneus estão sem água parada e local protegido da chuva.

10. Lixos: Coloque os lixos em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada.

 

Fontes:

Rio Contra Dengue, Brasil Escola, EBC, dengue.org.br, Minha Vida e EXAME.

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